Um dos assuntos mais discutidos dentro das organizações atualmente é a liderança, que tem a ver com gestão de pessoas e com obtenção de resultados. Ostentar o título de “ótimo líder” ou de “gestor nota 10” em meio à instantaneidade pertinente ao século XXI requer a manutenção de posturas muitas vezes inconfortáveis para certos humanos. Líderes que conseguem destacar pessoas tornando-as mais felizes e competentes necessitam de comportamentos que permeiam a inquietação, o senso de prioridade, o bom humor, a imparcialidade, a formação continuada, o respeito às diversidades e, acima de tudo, a capacidade de agir sem nenhum tipo de predileção. Outro fator capaz de servir como indicador de boa liderança pode estar acerca da manutenção de uma equipe onde posturas pertinentes a cada cargo não recebam tratamentos desiguais pautados em requintes políticos e/ou pessoais privilegiando alguns e super atarefando outros – eis a festa da revelia de muitos em conflito com o excesso de afazeres de poucos, ou seja, uma situação geradora de stress e desconforto extremamente prejudicial ao contexto. É necessário que haja uma evolução na forma de gerenciar deixando de lado a figura desnecessária do chefe e adotando posturas de uma liderança estratégica e extremamente comprometida com o sucesso das pessoas e dos resultados. O verdadeiro líder necessita ser estimulador, colaborativo e que esteja a todo instante fomentando o desenvolvimento dos membros de sua equipe. Para a especialista em liderança Sônia Jordão “chefe é aquele que controla comportamentos, dá ordens, conduz as pessoas, foca somente na execução da tarefa, passa maior parte do tempo resolvendo problemas, inspira medo, preocupa-se com as coisas e não com as pessoas, diz ‘eu’, dirige as pessoas, colhe os louros e, por fim, só vislumbra o hoje. Já o verdadeiro líder também conhecido como ‘Coach do inglês treinador’ é aquele que libera o potencial, motiva, aconselha, foca no processo, ouve e ensina a resolver os problemas, inspira entusiasmo, preocupa-se com as pessoas, diz ‘nós’, compartilha as responsabilidades, serve às pessoas, distribui os louros e contempla o amanhã”. No tocante as organizações públicas onde a estabilidade insiste em permanecer inimiga maior da qualidade e da excelência, é tarefa árdua e conflitante manter-se um transformador de realidades inserido em um universo composto por humanos distantes do compromisso em oferecer os melhores resultados. De nada adianta ataques desenfreados acerca dos líderes que temos hoje (sejam eles nota 10 ou não). O que precisamos é nos comprometermos totalmente com as responsabilidades exigidas pelos processos e, por conseguinte, trabalharmos com mais afinco a fim de alterarmos as condições capazes de melhorar a qualidade de vida de toda uma Nação.
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Um dos assuntos mais discutidos dentro das organizações atualmente é a liderança, que tem a ver com gestão de pessoas e com obtenção de resultados. Ostentar o título de “ótimo líder” ou de “gestor nota 10” em meio à instantaneidade pertinente ao século XXI requer a manutenção de posturas muitas vezes inconfortáveis para certos humanos. Líderes que conseguem destacar pessoas tornando-as mais felizes e competentes necessitam de comportamentos que permeiam a inquietação, o senso de prioridade, o bom humor, a imparcialidade, a formação continuada, o respeito às diversidades e, acima de tudo, a capacidade de agir sem nenhum tipo de predileção. Outro fator capaz de servir como indicador de boa liderança pode estar acerca da manutenção de uma equipe onde posturas pertinentes a cada cargo não recebam tratamentos desiguais pautados em requintes políticos e/ou pessoais privilegiando alguns e super atarefando outros – eis a festa da revelia de muitos em conflito com o excesso de afazeres de poucos, ou seja, uma situação geradora de stress e desconforto extremamente prejudicial ao contexto. É necessário que haja uma evolução na forma de gerenciar deixando de lado a figura desnecessária do chefe e adotando posturas de uma liderança estratégica e extremamente comprometida com o sucesso das pessoas e dos resultados. O verdadeiro líder necessita ser estimulador, colaborativo e que esteja a todo instante fomentando o desenvolvimento dos membros de sua equipe. Para a especialista em liderança Sônia Jordão “chefe é aquele que controla comportamentos, dá ordens, conduz as pessoas, foca somente na execução da tarefa, passa maior parte do tempo resolvendo problemas, inspira medo, preocupa-se com as coisas e não com as pessoas, diz ‘eu’, dirige as pessoas, colhe os louros e, por fim, só vislumbra o hoje. Já o verdadeiro líder também conhecido como ‘Coach do inglês treinador’ é aquele que libera o potencial, motiva, aconselha, foca no processo, ouve e ensina a resolver os problemas, inspira entusiasmo, preocupa-se com as pessoas, diz ‘nós’, compartilha as responsabilidades, serve às pessoas, distribui os louros e contempla o amanhã”. No tocante as organizações públicas onde a estabilidade insiste em permanecer inimiga maior da qualidade e da excelência, é tarefa árdua e conflitante manter-se um transformador de realidades inserido em um universo composto por humanos distantes do compromisso em oferecer os melhores resultados. De nada adianta ataques desenfreados acerca dos líderes que temos hoje (sejam eles nota 10 ou não). O que precisamos é nos comprometermos totalmente com as responsabilidades exigidas pelos processos e, por conseguinte, trabalharmos com mais afinco a fim de alterarmos as condições capazes de melhorar a qualidade de vida de toda uma Nação.
domingo, 26 de setembro de 2010
Foi através de uma iniciativa da professora Márcia Nagel Cristofolini que é alfabetizadora, com o apoio das professoras Michele Francine Manske Leite que leciona Artes e Monise Nagel Moreira da Silva da disciplina de Educação Física, que desenvolveu com os alunos do 1° ano 02 da Escola Municipal Vicente Vieira o Projeto Estudando os Animais.
O Projeto Estudando os Animais foi analisado e aprovado com méritos e louvores pelos profissionais da Secretaria Municipal de Educação e, além de integrar áreas diversas do conhecimento, retrata a preocupação em ser amplo e, por isso, possibilita a aproximação da teoria e da prática. Prova disso foi a viagem que os 30 alunos, professores e alguns pais realizaram ao zoológico de Curitiba/PR onde puderam estar mais próximos das zebras, ursos, girafas, elefantes, jacarés, entre outros animais.
No dia 26 de Agosto, na Escola Municipal Vicente Vieira as professoras envolvidas com o projeto e os alunos apresentaram para pais, professores e autoridades e comunidade em geral o desenvolvimento de todo o trabalho durante a Noite Cultural que fez parte da programação da Escola Aberta.momentos desta incrível viagem!
terça-feira, 20 de abril de 2010
SOU MELHOR
TRABALHANDO MELHOR
Acredito que ao usarmos a estabilidade como ferramenta responsável em ocultar incapacidades amostras no universo do serviço público, origina-se então, consequências drásticas a todo o processo. Isso fica notável ao nos deparamos com situações que se mostram comuns no dia a dia de alguns ambientes coletivos espalhados pelo Brasil afora, como por exemplo, descaso no atendimento ao cliente interno e externo, uso da máquina para satisfações pessoais, sabotagens motivadas por insucessos políticos e/ou antipatias pessoais, camuflagem nas informações, discussões desnecessárias, prazos não cumpridos, tarefas realizadas sem a preocupação mínima pela busca da qualidade, entre outras atitudes inaceitáveis a todo trabalho. Essa inoperância tende a fortalecer fragilidades e, por conseqüência, encaminhar planejamentos ao fracasso, bem como, humanos a situações de caos nervoso e desarmonia social. Precisamos direcionar equipes rumo a excelência evidenciada nos planejamentos estratégicos. Devemos remanejar pessoas, treinar potencialidades, corrigir imperfeições, delegar poderes e, acima de tudo, formar colaboradores com a habilidade da autogestão – necessária aos que se dizem aptos a servirem organizações oferecendo mão de obra qualificada. Nesse sistema empregatício, existem elementos importantes a serem considerados, como por exemplo, a própria imagem enquanto profissional competente, de fácil relacionamento, lucrativo e capaz de elevar resultados às esferas das brilhantes conquistas. Por fim, acredito que demais questões como o respeito às hierarquias e a necessidade de manter em grupo um pensamento criativo e inovador, devem ser tão óbvias quanto o propósito de concluir tarefas permeando os caminhos da promoção do respeito coletivo, da seriedade, polidez, discrição e, acima de tudo, da evidência de que somos talentosos a ponto de superarmos as expectativas acerca daquilo que nos propomos a fazer – é o mínimo senhores. James A. Autry (consultor e escritor), diz que: “O trabalho pode ser uma oportunidade para o crescimento pessoal, espiritual e financeiro. Se não for, então é uma grande perda de tempo”. Pensem nisso.
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
PARCEIROS DA APRENDIZAGEM
RESPONSABILIDADE DE TODOS
MARCELO TAVARES
* o autor é Geógrafo, Pós-Graduado
A tão sonhada educação de qualidade vai muito além da teoria que pressupõe em fazê-la utilizando-se das mais modernas receitas de aprendizagem, devendo estas, estarem inseridas em um processo educacional onde todos tenham acesso à escola, livros didáticos, merenda e professores qualificados - o discurso de sempre. Devemos entender que a qualidade que precisamos alcançar, permeia caminhos bem mais complexos, onde a permanência dos nossos alunos nas escolas, que agora buscam maior atratividade, torna-se um dos importantes medidores dessa situação privilegiada. Exemplos de atuações eficientes iguais as do Projeto de Educação Sócio-Ambiental Ser Cidadão e da Casa da Juventude (ambos desenvolvidos em Garuva), permitem a (re) construção de uma escola feliz, autônoma e competente onde esta, por sua vez, passa a propor trabalhos coletivos de interações e de trocas não somente entre a comunidade escolar interna, mas também - e essa é a parte inovadora, com a sociedade em geral onde paradigmas sociais serão modificados levando a promoção do surgimento de cidadãos que busquem mudar a realidade a partir da ação com os outros, da elaboração de alternativas, da crítica, da solidariedade e das relações que surgem entre todos. Nessa proposta, as escolas precisam estar estruturadas como redes e orientadas por um propósito comum – a aprendizagem e os profissionais que se encorajam fazer educação devem reordenar suas ações. Iniciar estancando reclamações infundadas não pautadas numa melhoria coletiva, e em caráter emergencial, proporcionar um trabalho de construção de um universo educacional pólo gerador do conhecimento científico, capaz de suprir as demandas sociais dentro de uma dinâmica de troca e fluxo de informação, que gera um clima de compromisso de toda a comunidade com as questões locais e com a qualidade da educação. Portanto, com base nas características que são fatores de grande impacto para o sucesso da educação, é possível definir algumas atitudes que aproximam a escola do patamar da qualidade esperada, como por exemplo, a aprendizagem como foco principal, a gestão democrática e inclusiva, o planejamento estratégico e a avaliação como ferramenta norteadora do processo de ensinar e de aprender. Sejam todos muito bem-vindos à instituição escola que, a muito tempo, anseia pela sua presença ativa, sugerindo soluções, resgatando valores e maximizando a grande importância da comunidade no processo de construção do conhecimento – o que é direito de todos.
A GESTÃO DEMOCRÁTICA E INCLUSIVA
A GESTÃO DEMOCRÁTICA E INCLUSIVA
MARCELO TAVARES
* o autor é Geógrafo, Pós-Graduado
Talvez no decorrer do processo de busca pela inovação exigida, perde-se o real entendimento da palavra democracia ao empregá-la, de maneira solitária, como sendo a ferramenta norteadora de processos e ações – e isso não é uma inverdade, porém, as intenções das práticas democráticas comuns dos discursos pouco criativos e nada originais precisam ir além, permeando caminhos que impulsionem o coletivo a agir em prol da melhoria harmoniosa da qualidade de vida de uma nação. Ao desvincular democracia de coletividade, a ação proposta perde sua sustentabilidade, nos levando a questionar atitudes arbitrárias de predileção desacompanhadas de justificativas responsáveis e coerentes com as expectativas do contexto. Então como praticar ações democráticas que levem ao sucesso de todos? Como planejá-las? Sustentá-las? Adaptá-las? O século da informação imediata, com certeza, possui também essas respostas que precisam ser aplicadas em todos os ambientes, sejam eles, empresariais, educacionais, públicos ou privados. No tocante ao universo escolar, a gestão democrática deve estar vinculada aos objetivos pedagógicos, políticos e culturais da escola, desenvolvendo competências de lideranças como forma para se chegar a um processo ensino-aprendizagem de qualidade e uma escola de excelência. O gestor que transforma a democracia em perspectiva de mudança “conduz o conjunto de professores à maior participação e à maior implicação nas tomadas de decisões”. (VALÉRIEN, 1993, p. 15). Uma democracia é uma comunidade inclusiva onde as pessoas fazem parte do processo de construção de padrões para a qualidade nas escolas. Acredito em panoramas estruturados em redes onde o professor não é figura solitária, mas sim, articulador multidisciplinar capaz de facilitar a aprendizagem de todos e de cada um. Assim inovamos pela democracia, seja ela objeto de sonhos solitários ou simplesmente apelos infundados de gestores pouco preparados.
EDUCAÇÃO DE QUALIDADE RESPONSABILIDADE DE TODOS
RESPONSABILIDADE DE TODOS
TEMPO
ONG CULTURAL GARUVA
PROFESSOR
- HISTORIANDO em GARUVA
- Professor de História concursado e lotado na Escola Municipal Vicente Vieira, em Garuva-SC. Policial Militar desde agosto de 1989, atualmente está destacado na PM de Garuva. Historiador formado pela UNIASSELVI e Pós-graduado em História Cultural pela FACEL de Curitiba-PR. Casado com Viviani, Pai do Giovanni e da Fernanda. Um Garuvense Feliz e Realizado!



